terça-feira, 25 de abril de 2017

KRYPTON | SYFY PRODUZIRÁ NOVA SÉRIE DO UNIVERSO DC

"Antes de existir um Superman... existia Krypton!"


Anunciada para 2017 a nova série KRYPTON, que irá integrar o universo cinematográfico estendido da DC, se passará por volta de 200 anos antes do nascimento de Kal-El, ou seja, da cena inicial do filme: O Homem de Aço. 

Krypton possui todo o design da arquitetura dos ambientes e dos personagens, o que de fato remete as cenas iniciais do filme de 2013, que foi dirigido por Zack Snyder e escrito por Goyer.



O trailer se trata de um prelúdio e o emblema da Casa El também é o mesmo do filme. 



A série KRYPTON está sendo produzida pelo SyFy e ainda não tem data prevista, porém, será em algum ponto de 2017. Os responsáveis pelo roteiro são David S. Goyer e Ian Goldberg.

terça-feira, 18 de abril de 2017

PIRATAS DO CARIBE - A VINGANÇA DE SALAZAR - 2017 | TRAILER FINAL

"Os mortos não contam histórias..."


Nesta épica e nova aventura, o azarado capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) enfrentará os ventos da má sorte, soprando com mais força quando um grupo de piratas fantasmas e mortais são liderados um velho inimigo, o aterrorizante Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo, está determinado a matar todos os piratas no mar, inclusive Jack Sparrow. 


A única esperança de sobrevivência para Jack é uma busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que concede ao seu possuidor um total controle dos mares. Muita ação é o que essa última aventura da saga está prometendo. 




O longa contará com a direção de Joachim Rønning e Espen Sandberg. E no elenco teremos: Johnny Depp, Javier Bardem, Kaya Scodelario, Brenton Thwaites, Geoffrey Rush e a volta de Orlando Bloom

Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar (Os Mortos Não Contam Histórias) chega nos cinemas em 25 de maio de 2017.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 | ALTAS EXPECTATIVAS

Eles estão voltando... e a família cresceu!



É importante acompanhar os Vingadores e suas ações na terra. Mas e na galáxia... o que será que rola lá fora? Desta vez os guardiões retornarão para as telonas com novas parcerias para combater novos inimigos. As expectativas são altas demais para assistir mais uma produção da MARVEL STUDIOS que está amarrando este universo de uma forma impecável.



Guardiões da Galáxia Vol. 2 chega nas telas em 27 de Abril de 2017.

sábado, 15 de abril de 2017

13 REASONS WHY | A SÉRIE QUE TE FAZ REFLETIR...

PRECISAMOS CONVERSAR SOBRE 13 REASONS WHY...

CUIDADO! ALERTA DE SPOILER!



Na verdade não apenas conversar, mas sim, refletir para discutir sobre o que a série propõe a nós espectadores. E sim. Foi o que aconteceu comigo nos últimos dias quando maratonei a série e pelo que tenho observado nas redes sociais também. Muitas pessoas se manifestando e expondo suas opiniões a cerca de 13 Reasons Why,  que tocou em pontos importantes e que realmente devem ser discutidos como bullying, machismo, homossexualismoestupro, suicídio. Aliás, já deveriam ser discutidos antes... parece então que algo pode ter mudado.

A série que tem produção assinada pela cantora e atriz Selena Gomez, já tem todos os episódios disponíveis na NETFLIX, com o mesmo nome (que traduzido para o português ficou: "Os 13 Porquês") e foi adaptada do livro 13 Reasons Why do autor Jay Asherque até então era pouco conhecido (eu não conhecia o livro, mas agora acabei me interessando). Destaque para o autor que também fez parte da equipe de roteiristas da série.


Tudo começa quando Clay Jensen (Dylan Minette) chega da escola e se depara com uma entrega endereçada a ele, que ao abri-la, descobre ser uma caixa de sapatos com um mapa e sete fitas cassete (Sim! Fitas daquelas antigas mídias de walk man... nossa estou ficando velho mesmo!), gravadas por Hannah Baker (Katherine Langford) antes de cometer o suicídio. Fato que mudou a vida de todos naquela cidade por aqueles dias. Nessas fitas contém a explicação dos 13 "porquês" que a motivaram a fazer o que fez.

Possuindo duas narrativas, uma com o ponto de vista de Clay após o ocorrido, tentando de alguma forma entender o que houve e outra baseada nas fitas com as gravações feitas por Hannah antes do acontecimento e deixadas para os respectivos "porquês", fitas que no momento estão sendo ouvidas por Clay. Apesar da ideia central de um único caso envolvendo uma garota, vários outros são colocados em vista, pois vão ocorrendo com outros personagens que estão diretamente ligados. A trama fica amarrada no decorrer dos episódios, mas em alguns momentos acaba deixando o meio um tanto retrógrado e preso (Clay é muito mole pra ouvir todas fitas! rs). Talvez  o fato da adaptação para 13 episódios acabou sendo demais e a razão disso é algo que poderia ser resolvido até em um número menor de episódios.




A escolha do elenco foi impecável e cada ator/atriz consegue transparecer a personalidade do personagem para o qual é designado. Isso conta muito na hora de comprar a ideia. Cada situação envolve um tema, logo, para cada reação uma surpresa que se mostra envolvente: Clay demonstrando seus sentimentos ao vivenciar cada situação de Hannah; Tony emanando uma expressão misteriosa sempre quando aparece; Hannah sempre sofrendo em silêncio com cada atitude que ela presencia, mesmo sendo uma vítima ou "cúmplice". Etc. No entanto, no aspecto físico, algo me chamou atenção: o cabelo de Hannah depois de cortado e a cicatriz na testa de Clay. Talvez (por algumas questões de roteiro) isso tenha enfraquecido um pouco a imagem de ambos os personagens em determinados momentos. Porém, não é algo que vá tirar o brilho da atuação, foi apenas uma questão pessoal de minha parte.

A fotografia da série é muito boa e remete realmente aos momentos em que cada situação se passa. Antes e depois do suicídio.  Até a luminosidade dos momentos de ponto de vista muda para cada narrativa. Isso consegue transmitir o peso do drama no ambiente. Algo que também me fez entrar de ponta no drama foi a trilha sonora. Simplesmente uma seleta e convidativa lista que trouxe músicas com melodias que me colocaram pra viajar em pensamentos junto com o embalo dos momentos.




A série retrata um caso específico e dramático de adolescente. No entanto, ela reflete o que muito acontece hoje em dia nas escolas e em casa nas famílias. O perigo que pode existir por trás do Bullying, ou ainda, saber em quem pode ou não confiar, entre todos os seus colegas e realmente quem são os amigos e amigas. A própria questão da popularidade também existe e tem sua parcela de culpa, pois, alguns a querem de toda forma e à qualquer custo, então, para se obtê-la, alguns preços podem ser altos de se pagar. A questão do homossexualismo que é vivida por uma personagem, sendo filha de dois pais e que não quer se assumir publicamente, com medo de que a culpa seja atribuída apenas ao fato dos pais serem gays. O estupro também é transmitido com o peso das atitudes machistas e possessivas nas cenas sem a questão do alívio posterior após o núcleo. Algo marcante que a série quis trazer e mostrar em um nível bastante realista.

Mais uma vez, um destaque para o ponto de vista sobre as agressões e o agressor. Todos em algum momento podem ser vítimas, agressores ou cúmplices. Até mesmo indiretamente você pode estar sendo condescendente com alguma atitude que pode estar destruindo o íntimo de alguém.




Uma das falas do personagem Clay no último episódio chama atenção para as NOSSAS atitudes: "Precisamos melhorá-las!". A reflexão se fez presente em mim depois de tudo. Senti um peso caindo sobre minhas atitudes passadas, enfim, todos os meus momentos... "tanto os de Hannah, quanto os de porquê..."

Um ponto alto e positivo a ressaltar é que os centros de apoio e auxílio a prevenção de suicídios tiveram um aumento nas suas ocorrências. O número aumentou logo após o início de exibição da série. O que significa que muitas pessoas necessitadas acabaram recorrendo a alguma forma de ajuda para se tratar. 

A experiência de assistir foi simplesmente arrebatadora! Ao ponto de maratonar a série e terminar em menos de um dia. Poucas vezes consegui ficar preso assim para acompanhar uma série e terminar em tão pouco tempo. Acreditei que o público alvo seria os jovens mais teen e nem tanto os adultos em si. Simplesmente me enganei. E isso foi bom porque tornou a surpresa bem maior, o que me agradou bastante. 

Lembrando que a análise feita aqui, levou em conta a opinião de um espectador que apenas assistiu a série e (ainda) não leu o livro. Basicamente foi um review, em cima dos 13 episódios da primeira temporada. 


Classifico como 5 balõezinhos:

💬💬💬💬💬

segunda-feira, 10 de abril de 2017

THOR: RAGNAROK | SAIU O PRIMEIRO TEASER TRAILER!

"Asgard morreu"


Mais um teaser trailer "épico" da MARVEL STUDIOS para 2017 acaba de ser liberado! E desta vez... talvez "épico" seja pouco para definir os acontecimentos de THOR: RAGNAROK.
  
O elenco estará recheado neste terceiro longa do Herói. Contando com Chris Hemsworth novamente como o protagonistaTom Hiddleston como Loki e Mark Ruffalo como Hulk,  terá também Idris Elba novamente como HeimdallAnthony Hopkins reaparecerá como Odin

A vilã Hela será interpretada por Cate Blanchett Tessa Thompson será uma das novidades no elenco como Valquíria, enquanto Jeff Goldblum viverá o Grão-Mestre.
O longa será dirigido por Taika Waititi e chegará aos cinemas 
em 2 de novembro de 2017.

domingo, 2 de abril de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: LACRYMOSA - JULIANA DAGLIO


SINOPSE:


O nome dela não é Valery Green. Também não nasceu no Kansas, e sua família toda não morreu num acidente de carro onde ela foi a única sobrevivente. Nascida num mundo de trevas e segredos apocalípticos, a garota feita de mentiras luta dia após dia para ter uma vida longe de sua verdadeira identidade e de seu dom misterioso, o qual ela julga como uma maldição. 
Por cinco anos, ela conseguiu. Escondida na pacata Darkville, tornou-se uma respeitada Detetive, conhecida por sua frieza e eficácia no trabalho. Seu companheiro Axel parece ter orgulho de trabalharem juntos, até ficar frente a frente ao que encontraram na busca daquela noite - um demônio dentro de uma garotinha.
Para ajudar a pequena Anastacia, Valery terá que colocar em risco o trabalho na polícia e seu relacionamento com Axel, recorrendo à ajuda do Padre Henry Chastain, um velho conhecido. Desenterrando um passado cheio de exorcismos, perseguições e batalhas contra demônios, esse reencontro não promete ser feito de abraços e boas-vindas. Chas, como ela o chama, é conhecido como o maior Exorcista vivo - a Espada de Sal do Vaticano, e é sua única esperança de lutar contra o novo inimigo, mas também representa o ponto fraco de si mesma e o acesso a um passado doloroso que pode despertar seus próprios demônios interiores.

***

Recentemente o PAPO NERD recebeu da autora JULIANA DAGLIO, as primeiras páginas de LACRYMOSA, para o projeto de primeiras impressões. Para quem ainda não conhece os trabalhos da Juliana, ela é autora de "Uma Canção para a Libélula", volumes Um e Dois, e da saga "O Lago Negro", com os livros: Um - O Lago Negro (o qual estou lendo e amando!); Dois - Submersão; Três - Profundezas Sombrias. Com a pouca experiência que tive com a escrita da autora, percebi logo que não poderia ficar de fora deste projeto e ler em primeira mão LACRYMOSA.


Esse trabalho vem mostrar um novo lado da autora. Uma nova abordagem e um novo campo de atuação. No quesito talento, enxergo isso como muito bem visto, tal qual o acervo com que a autora consegue explorar em cada nova obra. Confesso que os gêneros como Terror ou Fantasia Dark até então não eram os meus preferidos para uma leitura, mas como disse: até então não eram...


Posso afirmar que adorei ler estas primeiras páginas e conhecer o início desta nova história que a Ju Daglio apresenta. Com tamanha sutileza ela consegue dosar elementos como mistério, suspense e terror de forma muito equilibrada. É surpreendente isso tudo reunido em uma trama que envolverá crenças e misticismo. 

Neste livro seremos apresentados a uma narrativa de Valery Green. Uma respeitada detetive de Darkville, porém, durona, fria e insensível, que se depara com um caso muito diferente do normal e descobre ser algo que poderá trazer á tona figuras do seu passado obscuro. O ponto de vista de alguém,  até então, denominado: Ele, é outra parte que irá compor o enredo, mostrando o ponto de vista de um padre. Em ambos os lados, a autora consegue trabalhar já em poucas páginas, uma tensão psicológica que é característica da personalidade de cada um dos personagens principais.  


É impressionante a abordagem direta que a Ju Daglio consegue ressaltar sobre o bem e o mal em poucas linhas. Sua escrita consegue deslizar entre suavidade e meticulosidade como se fosse poesia. A explicação para o fato de que o mal nem sempre está TOTALMENTE ligado à culpa do diabo e aos pecados, ou seja, mostra que o ser humano em si, tem sua parcela de culpa também creditada na situação. Falando claramente, o mal da humanidade é responsável por boa parte de como as coisas estão hoje em dia.   

Acredito que será uma obra que vai arrebatar muitos leitores e fãs do gênero. Afinal, a autora é psicóloga e sabe como associar uma boa história ao que um leitor pode esperar dela, além de, claro, conseguir mostrar nas entrelinhas um misto de inspiração do que conhecemos de outras mídias. Como fã do gênero Rock e uma "Hunter" assumida (ela tem todo o meu respeito também por isso), a Menina Libélula sabe explorar muito bem as cartas que possui nas mangas. É com certeza um talento admirável que possui. Eu espero muito ansioso para ver logo o que mais ela trará pra me cativar ainda mais nas próximas páginas de LACRYMOSA!